Archive for setembro, 2008

Dedetizadora São Paulo - SP

admin setembro 8th, 2008

 

 

Dedetizadora São Paulo-SP

 

 

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de São Paulo e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de São Paulo e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

 

A Dedetizadora Sampa Service executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

 

SÃO PAULO

Extraído do site prodam.sp.gov.br

 

 

A fundação de São Paulo insere-se no processo de ocupação e exploração das terras americanas pelos portugueses, a partir do século XVI. Inicialmente, os colonizadores fundaram a Vila de Santo André da Borda do Campo (1553), constantemente ameaçada pelos povos indígenas da região. Nessa época, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga onde encontraram “ares frios e temperados como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.

Nesse lugar, fundaram o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, ao redor do qual iniciou-se a construção das primeiras casas de taipa que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga.

Em 1560, o povoado ganhou foros de Vila e pelourinho mas a distância do litoral, o isolamento comercial e o solo inadequado ao cultivo de produtos de exportação, condenou a Vila a ocupar uma posição insignificante durante séculos na América Portuguesa.

Por isso, ela ficou limitada ao que hoje denominamos Centro Velho de São Paulo ou triângulo histórico, em cujos vértices ficam os Conventos de São Francisco, de São Bento e do Carmo.

Até o século XIX, nas ruas do triângulo (atuais ruas Direita, XV de Novembro e São Bento) concentravam-se o comércio, a rede bancária e os principais serviços de São Paulo.

Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. Apesar disso, até o século XVIII, São Paulo continuava como um quartel-general de onde partiam as “bandeiras”, expedições organizadas para apresar índios e procurar minerais preciosos nos sertões distantes. Ainda que não tenha contribuído para o crescimento econômico de São Paulo, a atividade bandeirante foi a responsável pelo devassamento e ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste, na proporção direta do extermínio das nações indígenas que opunham resistência a esse empreendimento.

A área urbana inicial, contudo, ampliou-se com a abertura de duas novas ruas, a Líbero Badaró e a Florêncio de Abreu. Em 1825, inaugurou-se o primeiro jardim público de São Paulo, o atual Jardim da Luz, iniciativa que indica uma preocupação urbanística com o aformoseamento da cidade.

No início do século XIX, com a independência do Brasil, São Paulo firmou-se como capital da província e sede de uma Academia de Direito, convertendo-se em importante núcleo de atividades intelectuais e políticas. Concorreram também para isso, a criação da Escola Normal, a impressão de jornais e livros e o incremento das atividades culturais.

No final do século, a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros), chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás.

Esses fatores somados já esboçavam a formação de um parque industrial paulistano. A ocupação do espaço urbano registrou essas transformações. O Brás e a Lapa transformaram-se em bairros operários por excelência; ali concentravam-se as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa, nas várzeas alagadiças dos rios Tamanduatey e Tietê. A região do Bexiga foi ocupada, sobretudo, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, áreas arborizadas, elevadas e arejadas, pelos palacetes dos grandes cafeicultores .

As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do “centro velho” com a “cidade nova”, formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz.

Do ponto de vista político-administrativo, o poder público municipal ganhou nova fisionomia. Desde o período colonial São Paulo era governada pela Câmara Municipal, instituição que reunia funções legislativas, executivas e judiciárias. Em 1898, com a criação do cargo de Prefeito Municipal, cujo primeiro titular foi o Conselheiro Antônio da Silva Prado, os poderes legislativo e executivo se separaram.

O século XX, em suas manifestações econômicas, culturais e artísticas, passa a ser sinônimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo “moderna”, até então acanhada e tristonha capital.

Trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus.

O centro comercial com seus escritórios e lojas sofisticadas, expõe em suas vitrinas a moda recém lançada na Europa. Enquanto o café excitava os sentidos no estrangeiro, as novidades importadas chegavam ao Porto de Santos e subiam a serra em demanda à civilizada cidade planaltina. Sinais telegráficos traziam notícias do mundo e repercutiam na desenvolta imprensa local.

Nos navios carregados de produtos finos para damas e cavalheiros da alta classe, também chegavam os imigrantes italianos e espanhóis rumo às fazendas ou às recém instaladas indústrias, não sem antes passar uma temporada amontoados na famosa hospedaria dos imigrantes, no bairro do Brás.

Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana.

A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias.

Os operários se organizam em associações e promovem greves, como a que ocorreu em 1917 e parou toda a cidade de São Paulo por muitos dias. Nesse mesmo ano, o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no suntuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim. O otimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: “A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas”.

Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. No entanto, a elite paulistana, num clima de incertezas mas de muito otimismo, frequenta os salões de dança, assiste às corridas de automóvel, às partidas de foot-ball, às demonstrações malabarísticas de aeroplanos, vai aos bailes de máscaras e participa de alegres corsos nas avenidas principais da cidade. Nesse ambiente, surge o irrequieto movimento modernista. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.

Com a queda da bolsa de valores de Nova Iorque e a Revolução de 1930, alterou-se a correlação das forças políticas que sustentou a “República Velha”. A década que se iniciava foi especialmente marcante para São Paulo tanto pelas grandes realizações no campo da cultura e educação quanto pelas adversidades políticas. Os conflitos entre a elite política, representante dos setores agro-exportadores do Estado, e o governo federal, conduziram à Revolução Constitucionalista de 1932 que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada mas orgulhosa de pertencer a uma “terra de gigantes”.

A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando de Salles Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo; em 1935, o Município de São Paulo ganhou, na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação.

Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de “verticalização”: a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura!

A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu “Plano de Avenidas”, com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956.

Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária.

Em 1954, São Paulo comemorou o centenário de sua fundação com diversos eventos, inclusive a inauguração do Parque Ibirapuera, principal área verde da cidade, que passou a abrigar edifício diversos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Nos anos 50, inicia-se o fenômeno de “desconcentração” do parque industrial de São Paulo que começou a se transferir para outros municípios da Região Metropolitana (ABCD, Osasco, Guarulhos, Santo Amaro) e do interior do Estado (Campinas, São José dos Campos, Sorocaba).

Esse declínio gradual da indústria paulistana insere-se num processo de “terciarização” do Município, acentuado a partir da década de 70. Isso significa que as principais atividades econômicas da cidade estão intrinsecamente ligadas à prestação de serviços e aos centros empresariais de comércio (shopping centers, hipermercados, etc). As transformações no sistema viário vieram atender a essas novas necessidades. Assim, em 1969, foram iniciadas as obras do metrô na gestão do prefeito Paulo Salim Maluf.

A população da metrópole paulistana cresceu na última década, de cerca de 10 para 16 milhões de habitantes. Esse crescimento populacional veio acompanhado do agravamento das questões sociais e urbanas (desemprego, transporte coletivo, habitação, problemas ambientais …) que nos desafiam como “uma boca de mil dentes” nesse final de século. No entanto, como dizia o grande poeta da cidade, Mário de Andrade:

Matéria abaixo extraído do site saopaulo.sp.gov.br

 

 

Conheça SP

 

Uma Potência Chamada São Paulo

Falar do Estado de São Paulo é sempre no superlativo. É o Estado com a maior população do Brasil, mais de 40 milhões de habitantes distribuídos em 645 municípios, e a terceira unidade administrativa mais populosa da América do Sul. Abriga o maior parque industrial e a maior produção econômica - mais de 31% do PIB do país. Detém o maior registro de imigrantes, quase 3 milhões de 70 diferentes nacionalidades e, como também não poderia deixar de ser, evidenciando toda a complexidade do Estado mais cosmopolita da América do Sul. Foi construído com o vigor e o árduo trabalho de povos de todas as partes do Brasil e do mundo, mantendo arraigada em cada pedaço desta terra a vocação para o trabalho. Com a melhor infra-estrutura e mão-de-obra qualificada, São Paulo legitima dia-a-dia seu status de “motor econômico” do Brasil. O Estado produz de tudo, principalmente produtos de alta tecnologia. Mas o destaque não é só na indústria. O paulista também fez da agricultura e da pecuária áreas de excelência. Na economia, dos 260 shopping centers existentes no país, 80 estão localizados no Estado, sendo responsáveis por mais de 200 mil empregos, e uma ampla rede atacadista e varejista espalhada pelos municípios. Por tudo isso, São Paulo pode mesmo ser resumida como uma potência civil, espiritual e socioeconômica.

São Paulo é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no sul da região Sudeste e tem como limites os estados Minas Gerais (N e NE), Rio de Janeiro (NE), oceano Atlântico (L), Paraná (S) e Mato Grosso do Sul (O). É dividido em 645 municípios e ocupa uma área de 248.808,8 quilômetros quadrados, sendo pouco maior que o Reino Unido. Sua capital é a cidade de São Paulo e seu atual governador é José Serra.

Com mais de quarenta milhões de habitantes, São Paulo é o estado mais populoso do Brasil e a terceira unidade administrativa mais populosa da América do Sul, sendo superada apenas pelo próprio país e ligeiramente pela Colômbia, à frente da Argentina e de todos os outros países sul-americanos.

Considerado o “motor econômico” do Brasil e o mais importante dos estados, São Paulo é responsável por mais de 31% do PIB do país. É o mais rico estado e figura entre os estados com alto Índice de Desenvolvimento Humano, sendo superado apenas por Santa Catarina e pelo Distrito Federal. Sua população é a mais diversificada do Brasil e descende principalmente de imigrantes italianos e portugueses, embora haja também forte influência de ameríndios e africanos e de outras grandes correntes migratórias, como árabes, alemães, espanhóis e japoneses.

 

 

Turismo em São Paulo

Luiz Carlos Leite

São Paulo não nega a mania pelo trabalho e a vocação para negócios. Com muito esforço, os paulistas conseguiram fazer de São Paulo o Estado mais importante economicamente da América Latina. Mas o Estado paulista não é só isso. Além das milhares atrações culturais, São Paulo também oferece as melhores opções de turismo. Banhado pelo Atlântico, o litoral paulista tem 622 quilômetros pontilhados por praias dos mais diversos tipos e tamanhos. No litoral norte as praias se espalham em torno de municípios como Bertioga, São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba, e em ilhas como a Ilhabela, paraíso de surfistas e velejadores. No litoral sul, em torno das cidades de Iguape e Cananéia, onde também estão preservadas algumas áreas naturais mais importantes do planeta, como a Estação Ecológica Juréia-Itatins e a Ilha do Cardoso, no Logamar - Complexo Estuarino Lagunar de Iguape, Cananéia, Antonina e Paranaguá.

Separando o litoral do planalto paulista, a escarpa da serra do mar, em plena mata atlântica, foi um grande obstáculo a ser vencido em séculos passados. Hoje, esta porta de entrada para o interior do Estado é foco de atenção da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e de outras organizações que buscam a preservação deste ecossistema que está reduzido, no País, a 5% de sua extensão original. Interior adentro, o turista vai encontrar estâncias, turismo rural, ecológico, cidades com clima europeu, cachoeiras, cavernas, rios, serras, fontes de água mineral, parques naturais, construções históricas dos séculos XVI, XVII, XVIII, igrejas em arquitetura jesuíta e sítios arqueológicos. Já a capital paulista é outro monumental local de opções turísticas. Só o turismo de negócios proporciona mais de 45 mil eventos por ano. Na capital, alguns lugares você não pode deixar de visitar. A Bela Vista (bairro italiano), a Liberdade (bairro oriental) e as ruas comerciais: 25 de Março (árabe) e José Paulino (israelita). Nesses lugares você poderá ter uma boa noção da variedade de imigrantes que vieram se instalar para alegrar e desenvolver ainda mais São Paulo.

A cidade oferece também uma intensa vida artística e cultural. Nenhum passeio pela cidade estará completo sem uma visita aos centros culturais e aos museus, cujos acervos mantêm obras de grandes pintores internacionais e dos maiores artistas nacionais. Se você gosta de monumentos históricos, não deixe de conhecer as igrejas da cidade, especialmente o Convento Nossa Senhora da Luz, construído em 1579.

Mergulhe com vontade na vida noturna paulistana e confira suas centenas de bares, tranqüilos ou agitados, danceterias, boates, teatros, cinemas, espetáculos, shows, danças de todos os tipos, choperias e tudo o mais que você possa imaginar.

 

Parque do Ibirapuera

Milton Michida

Possui uma área de 1,6 milhões de m² e no seu interior encontram-se importantes prédios públicos, vários museus, planetário e o Pavilhão Japonês, com jardins e lagos característicos. Na área livre há pistas de cooper, quadras esportivas, ciclovia, além de um grande viveiro de plantas. Estão no parque o prédio da Bienal, além do Ginásio de Esportes, o Museu do Presépio, o Museu da Aeronáutica e do Folclore, o Obelisco em homenagem aos hérois de 32 e o monumento às Bandeiras. Considerado uma das mais importantes áreas verdes da cidade, o Parque do Ibirapuera foi inaugurado por ocasião das comemorações do IV Centenário da fundação da cidade de São Paulo em 1954.

 

  

Instituto Butantan - São Paulo

Marcia Alves

O público que visita o Instituto Butantan, além de conhecer seus serpentários, também poderá desfrutar do parque com suas árvores raras e grandes alamedas. No Instituto também funcionam dois museus: o Museu do Instituto Butantan (MIB) e o Museu Histórico. São mais de sessenta espécies de serpentes brasileiras e outras trazidas de quatro continentes, além de aranhas e escorpiões. Os exemplares mais interessantes ficam no museu. Há najas da África e da Índia, jibóias e sucuris. O público encontra também uma estação multimídia para consultas sobre as serpentes brasileiras. Além de soros contra picadas de cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan produz vacinas contra tétano, coqueluche, difteria, raiva e tuberculose. Também são realizadas pesquisas sobre a distribuição geográfica, a biologia e a sistemática de serpentes, aranhas e escorpiões e suas respectivas toxinas. O Hospital Vital Brasil, que funciona no Instituto Butantan, permanece aberto dia e noite. O tratamento é gratuito para qualquer pessoa picada por animais peçonhentos.

 

Jardim Botânico - São Paulo

Daniel Guimarães

A origem do Jardim Botânico foi fruto da paixão do naturalista Frederico Carlos Hoehne, em 1928, quando iniciou o Orquidário do Estado, na Água Funda. Hoje, são 143 hectares abrigando várias espécies vegetais. Em seu interior foram construídas duas estufas - que se tornaram a marca do Jardim Botânico -, uma abriga plantas típicas da mata atlântica, enquanto a outra é destinada a exposições temporárias. O Instituto de Botânica dispõe de uma biblioteca com cerca de 6.400 livros, inúmeras obras do século passado e um acervo botânico sem igual no Estado de São Paulo. No Museu Botânico encontram-se inúmeras amostras de plantas da flora brasileira, uma coleção de produtos extraídos de plantas, fibras, óleos, madeiras, sementes e também quadros e fotos representativos dos diversos ecossistemas do Estado. No conjunto arquitetônico-cultural do Jardim Botânico destacam-se, além do Museu, o Jardim de Lineu, inspirado no Jardim Botânico de Uppsala, na Suécia, as estufas históricas, o portão histórico de 1894, e o marco das nascentes do riacho Ipiranga.

 

Zoológico - São Paulo

 

Numa área de 824 mil m² , o Parque Zoológico de São Paulo é considerado um dos dez melhores do mundo, pela diversidade de animais que abriga. É um dos poucos do mundo a ter uma coleção completa de felinos e símios. Possui raridades e animais em extinção como o mico leão dourado e o tamanduá bandeira. O Parque Zoológico ainda tem biblioteca, lojas, lanchonetes, restaurantes, creche e estacionamento.

 

Jardim Botânico - São Paulo

Daniel Guimarães

A origem do Jardim Botânico foi fruto da paixão do naturalista Frederico Carlos Hoehne, em 1928, quando iniciou o Orquidário do Estado, na Água Funda. Hoje, são 143 hectares abrigando várias espécies vegetais. Em seu interior foram construídas duas estufas - que se tornaram a marca do Jardim Botânico -, uma abriga plantas típicas da mata atlântica, enquanto a outra é destinada a exposições temporárias. O Instituto de Botânica dispõe de uma biblioteca com cerca de 6.400 livros, inúmeras obras do século passado e um acervo botânico sem igual no Estado de São Paulo. No Museu Botânico encontram-se inúmeras amostras de plantas da flora brasileira, uma coleção de produtos extraídos de plantas, fibras, óleos, madeiras, sementes e também quadros e fotos representativos dos diversos ecossistemas do Estado. No conjunto arquitetônico-cultural do Jardim Botânico destacam-se, além do Museu, o Jardim de Lineu, inspirado no Jardim Botânico de Uppsala, na Suécia, as estufas históricas, o portão histórico de 1894, e o marco das nascentes do riacho Ipiranga.

 

 

Memorial da América Latina



Com 78 mil m² de área construída, o Memorial da América Latina foi concebido para ser um espaço de integração e informação dos países latino- americanos, de suas raízes e culturas, e acolhe, também, a sede do Parlamento Latino-Americano - Parlatino. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Memorial abriga um pavilhão de exposições, onde a rica produção artesanal do continente encontra-se permanentemente exposta; uma biblioteca com livros, jornais, revistas, vídeos, filmes e gravações sonoras sobre a história da América Latina; um salão para exposição e um auditório com capacidade para 1.679 pessoas (com certeza um dos maiores do Estado). Para melhor conhecer o Memorial da América Latina, visite o seu site.

 

 

Museu de Arte Sacra



O Mosteiro da Luz foi fundado e construído por frei Antonio de Sant’Anna Galvão, em 1774, caracterizando-se como o mais importante monumento arquitetônico colonial do século XVIII em São Paulo. Tomado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), desde 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo (Condephaat), em 1979, é reconhecido como monumento de interesse e preservação nacional. O edifício abriga o recolhimento das Irmãs Concepcionistas que, ainda hoje, se dedicam à oração e ao trabalho, vivendo em clausura. As dependências do Museu de Arte Sacra de São Paulo têm o objetivo de divulgar e preservar um dos mais importantes acervos museológicos do patrimônio sacro brasileiro. Tem um conjunto de cerca de 4 mil peças, dentre as quais 800, provenientes das principais igrejas e de capelas do Estado de São Paulo e do Brasil, encontram-se em exposição.

 

 

Teatro Municipal de São Paulo

A inauguração em 12 de setembro de 1911, com a ópera “Hamlet” de Ambrósio Thomas, deu início a um novo estágio na vida cultural paulistana. Sua construção, a cargo do escritório de Francisco Ramos de Azevedo, contou com a colaboração dos arquitetos italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi.

A equipe, que durante nove anos consecutivos dedicou-se ao projeto e ao gerenciamento das obras, estabeleceu contato com as principais empresas do mundo, trazendo a São Paulo um ilimitado número de elementos decorativos, ainda hoje presentes em sua arquitetura.

Apresentaram-se neste século nomes como Caruso, Callas, Ruffo, Schipa, Bidu Saião, Olenewa, Nijinski, Toscanini, Alonso, Pavlowa, Rubisntein, Gigli, Guiomar Novaes, Duncan, Tagliaferro, Fonteyn, e as personalidades que organizaram, em 1922, a Semana de Arte Moderna. Em 1951 o Teatro sofreu radical modernização, coordenada pelo arquiteto Tito Raucht. Novos pavimentos foram criados na área dos camarins, ampliando sua capacidade de acomodação. Na sala de espetáculos suprimiram-se os camarotes em todas as ordens, apenas 11 foram mantidos. Toda a área restante foi transformada em balcões.

Dedetizadora Jundiaí

admin setembro 8th, 2008

Dedetizadora Jundiaí

 A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Jundiaí e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Jundiaí e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

A Dedetizadora Campinas executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

Conheça um pouco da cidade de Jundiaí

Extraído do site: Prefeitura Municipal de Jundiaí

História


A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas, sendo que alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo, e outros eram sedentários, de origem tupi-guarani, que se dedicavam à produção de milho e mandioca.Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizavam-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Em cada uma delas, moravam várias famílias aparentadas entre si. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.

 
 
 
 
 
 

 

  • Origem do nome

O nome Jundiaí é um vocábulo de origem tupi e vem da palavra “jundiá”, que significa “bagre” e “y” significa “rio”. Alguns estudiosos também consideram o termo “yundiaí” como “alagadiços de muita folhagem e galhos secos”.


O Jundiá – Peixe que deu origem ao nome da Cidade

 

  • Primórdios

A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas, sendo que alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo, e outros eram sedentários, de origem tupi-guarani, que se dedicavam à produção de milho e mandioca.
Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizavam-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Em cada uma delas, moravam várias famílias aparentadas entre si. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.

Século XVII


Os primeiros colonizadores brancos chegaram à região em 1.615, seguindo o processo de interiorização. Apesar das controvérsias dos historiadores, a versão mais aceita sobre a fundação do município remete à vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes que, por motivações políticas, fugiram de São Paulo e refugiaram-se nos arredores, fundando a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, que foi elevada à categoria de Vila em 14 de Dezembro de 1.655. Os novos colonizadores afugentaram os grupos indígenas, que se embrenharam na mata. A origem de Jundiaí está ligada diretamente ao movimento bandeirante, principal responsável pela ocupação da antiga Capitania de São Vicente.

Século XVIII


Ao longo dos séculos XVII, XVIII e início do XIX, a economia da cidade se limitou a pequenas lavouras de subsistência, que abasteciam moradores da vila, tropeiros e bandeirantes. Na época, a região era formada por várias sesmarias pertencentes à Capitania de São Vicente, conhecida como “Portão do Sertão”, início do caminho de muitas entradas e bandeiras. Durante longo período, a escravidão indígena foi a base da mão-de-obra local, embora essa prática fosse proibida por lei.A cidade possuía, naquela época, quatro ruas centrais, paralelas, chamadas então de Rua Direita (atualmente Barão de Jundiaí), Rua do Meio (Rua do Rosário), Rua Nova (Senador Fonseca) e Rua Boa Vista (Zacarias de Góes). As melhores casas eram de taipa e terra, enquanto os moradores mais humildes usavam o pau a pique, cobertas por sapé. A insurgente localidade possuía a Capela de Nossa Senhora do Rosário (hoje no local está o Gabinete de Leitura Rui Barbosa), o Hospício dos Beneditos e o Mosteiro de São Bento, um dos poucos monumentos sobreviventes. Naquela época, o abastecimento de água era feito rudimentarmente por meio de bicas públicas e a iluminação provinha de candeeiros de querosone, que eram suspensos nas paredes, acesos no final da tarde e apagados ao raiar do sol.
Um dos pontos comerciais mais movimentados, então, era o Largo do Rocio, que deu lugar atualmente à Praça da Bandeira. Dentre as atividades agrícolas, a cana-de-açúcar era o destaque, mas a produção era utilizada para a fabricação de aguardente.

Em meados do século XVIII o número de escravos indígenas e de escravos de origem africana já era praticamente o mesmo, mas a partir da segunda metade deste século, a quantidade de africanos se intensificou, até que a mão-de-obra indígena foi totalmente abandonada. À medida que o número de africanos aumentava, também cresciam os focos de resistência, entretanto, há poucos registros históricos sobre a vida destes trabalhadores. Em 28 de Março de 1.865 Jundiaí foi elevada à categoria de cidade.

 
 
 
 
 
 

 

Século XIX


A partir da segunda metade do século XIX a produção cafeeira ganhou força para o oeste e isso promoveu o crescimento da cidade, e junto com o café vieram a ferrovia e as indústrias. A Ferrovia Santos-Jundiaí foi inaugurada em 1.867, época em que se observava a crise do escravismo e a conseqüente alta do preço do escravo. Neste contexto, os grandes produtores rurais passaram a buscar novos trabalhadores e teve início o amplo processo de imigração, com a participação direta do Governo Federal. Os primeiros foram os italianos, que se instalaram preferencialmente na região da Colônia, no Núcleo Barão de Jundiaí, implementado pelo então presidente da Província de São Paulo, Dr. Antônio de Queiroz Telles (Conde de Parnaíba), filho do Barão de Jundiaí. Depois, outros europeus foram instalados no comércio e na lavoura e alguns passaram rapidamente de colonos a proprietários, incrementando a atividade agrícola. A imigração estimulou o crescimento comercial e industrial e, ainda, do segmento de serviços e infra-estrutura urbana.Enquanto isso, Jundiaí ia se destacando como uma cidade estratégica no setor ferroviário, com a instalação da Ferrovia Santos-Jundiaí (em 1.867), a Cia. Paulista de Estradas de Ferro (em 1.872), da Cia. Ituana (em 1.873), da Cia. Itatibense (em 1.890) e a Cia. Bragantina (em 1.891).

 
 
 
 
 
 

 

Século XX


De acordo com censo realizado pelo Governo Federal, em 1.920 Jundiaí possuía uma população de 44.437 habitantes. O abastecimento de água foi implantado em 1.881, a energia elétrica chegou em 1.905 e o telefone em 1.916. Os imigrantes de origem oriental, principalmente os japoneses, chegaram na cidade nas décadas de 20 e 30.O processo de industrialização de Jundiaí acompanhou as vias de circulação, com isso, as indústrias se concentravam nas regiões próximas à ferrovia e às margens do Rio Guapeva, atendendo principalmente os segmentos têxtil e cerâmico. Nos anos 30 e 40, ocorreu novo impulso industrial e após a inauguração da Rodovia Anhanguera, em 1.948, mais empresas procuraram a cidade, aproveitando também a abertura da economia ao capital estrangeiro em 1.950. Foi nesta época que vieram para o município as indústrias metalúrgicas. Por tudo isso, pode-se dizer que Jundiaí nasceu com uma forte aptidão para o trabalho e o desenvolvimento.
Com o fim do trabalho escravo no País, os grandes senhores da terra de São Paulo passaram a investir na mão de obra dos imigrantes europeus, que fugiam dos horrores da guerra. Jundiaí recebeu grande números de italianos e, para abrigar as famílias de imigrantes, foram criados na cidade, por iniciativa do presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles, o Conde do Parnaíba, quatro núcleos coloniais, entre eles o “Barão de Jundiaí”, que deu origem ao bairro da Colônia.

Em 1887, 22 colonos italianos chegaram ao núcleo “Barão de Jundiaí” e em poucos meses, esse contingente chegava a quase 100. O cotidiano dessas pessoas não era nada fácil, pois chegaram, ao Brasil apenas com as roupas do corpo e poucos bens, sendo que as passagens foram subsidiadas pelo Governo brasileiro. Com trabalho, as famílias italianas foram criando seus próprios meios de subsistência, cultivando terras, criando seus filhos. Muitos grupos conseguiram comprar pequenos lotes, montaram armazéns, organizaram varias culturas, principalmente de milho, feijão, arroz, batata, legumes, frutas, especialmente uva.

 
 
 
 
 
 

 

A Chegada dos Imigrantes Italianos no Bairro da Colônia


Onde hoje é o atual espaço da Festa della Colonia Italiana, guarda-se a história de um dos períodos mais importantes da imigração italiana em Jundiaí (SP), como parte da memória ainda viva na lembranças dos descendentes e registrada em livros e documentos de grande valor histórico.

Núcleo Colonial Barão de Jundiaí


Depois que o imperador D.Pedro II ordenou às províncias a criação de núcleos coloniais, o então Presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles - o Conde do Parnaíba - criou quatro núcleos, entre eles “Núcleo Colonial Barão de Jundiaí”, em 4 de outubro de 1886, atual região do bairro da Colônia.Os núcleos deveriam estar situados em locais que permitissem facilidades de transporte dos produtos do mercado, possuir terra fértil para receber as culturas tradicionais das províncias e boas para a pastagem, além de oferecer condições naturais para serem trabalhadas por meios mecânicos.

 
 
 
 
 
 

 

“Fazendinha”


Núcleo foi implantado numa área de 221 alqueires, denominada “Fazendinha”. As estradas foram executadas seguindo as curvas de nível do terreno e na parte central urbana foram destinadas áreas para Praça, Igreja, Escola, além da área municipal.O imigrante destinado ao Núcleo Colonial não passava pela Hospedagem do Imigrante na capital, e contava com passagem livre nas ferrovias e com abrigo no núcleo escolhido.

 
 
 
 
 
 

 

A Árvore Lendária


“A Figueira”, árvore que existiu na região central da Colônia onde hoje se localizam as cantinas, foi considerada o maior símbolo deste núcleo colonial, e tornou-se lendária ao cumprir, nos primeiros tempos, a função de “alojamento” dos imigrantes. Segundo depoimentos, as famílias permaneciam sob a figueira protegidas por panos, lençóis e barracas, enquanto esperavam a liberação de seus lotes. Citada em versos, livros, história e estórias, “a Figueira” permanece na memória da cidade, remetendo aos primeiros tempos dos imigrantes, ao seu contato com as terras novas, depois de uma viagem dura, carregada de emoções e de fatos dramáticos.

Dificuldades


A vida do imigrante italiano que se fixou no Núcleo de Jundiaí foi difícil. A maioria deles veio da Itália com passagens subsidiadas pelo governo brasileiro e trazia, além da roupa do corpo, os seus poucos bens.Apesar de todas as dificuldades e com falta de dinheiro, os imigrantes conseguiram, às custas do trabalho em família, realizar benfeitorias nas terras próprias por meios das atividades agrícolas, como o cultivo de uva e cereais.
Os colonos, que se estabeleceram nos lotes rurais do Núcleo Colonial Barão de Jundiaí eram agricultores. Dentre as principais culturas destacavam-se o milho, o feijão, o arroz, a batata-doce e a inglesa, a mandioca, os legumes e as frutas. Cultivavam-se ainda as hortaliças e uvas, ambas de considerável expressão econômica.
O milho, um dos principais produtos básicos, era mais cultivado para o consumo doméstico. Com ele, faziam-se a farinha e o fubá (polenta), que servia ainda de alimento para os porcos e galinhas, que conviviam com cabras, cavalos e vacas.

Também a criação de porcos teve importância na economia. Eram criados pelas famílias para seu próprio consumo, como também para vender. Com os porcos, tinham a gordura e faziam a lingüiça.

 
 
 
 
 
 

 

Companhia Paulista


Através da sua economia, o Núcleo Colonial Barão de Jundiaí relacionou-se intensamente com a cidade, ampliando seus contatos comerciais com a capital. Teve ainda disponibilidade de mão-de-obra considerável que, constantemente, era absorvida pelas ferrovias e indústrias de Jundiaí, como por exemplo a Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

A Ferrovia


Atreladas do ciclo do café, a chegada do ferrovia e a urbanização impulsionaram Jundiaí ao desenvolvimento industrial. A Estação Ferroviária de Jundiaí foi inaugurada após sete anos de obra, em 1867. Denominada de São Paulo Railway, ela ligava a cidade portuária de Santos a São Paulo e Jundiaí.Foi também nessa época que o imigrantes - a maioria de italianos - começaram a chegar na cidade e fincar suas raízes.
Jundiaí era última estação da estrada de ferro de Santos. Em 1872, foi inaugurado o trecho da Companhia Paulista.
Em julho de 2005, a Administração assinou uma carta de intenção para restauro e adequação da estação, que deverá ocorrer numa parceria entre a Secretaria de
Transportes Metropolitanos e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Para preservar a memória das estradas de ferro paulistas, foi criado em 1979 o Museu Ferroviário, localizado na Avenida União dos Ferroviários, e que recebe o nome de “Barão de Mauá”, uma homenagem ao pioneiro do transporte ferroviário nacional, Irineu Evangelista de Souza. O acervo reúne livros, revistas, periódicos e muitas fotos históricas, bem como documentos relevantes da ferrovia. A visitação é aberta ao público em geral.

 
 
 
 
 
 

 

As Grandes Festas


Com grande vocação agrícola, Jundiaí se despontou no cenário nacional com a produção de uvas de mesa, especialmente a niágara rosada. E para estimular ainda mais os produtores, foi criada a Festa da Uva em 1934, idealizada por Antenor Soares Gandra, com o apoio da Associação Agrícola de Jundiaí e Prefeitura. O evento foi centralizado no já extinto Mercado Municipal e marcou o Município. A festa continuou a ser realizada e com periodicidade de três anos, sendo que, em alguns períodos, o evento foi realizado de maneira mais espaçada. A partir de 1694, o evento passou a ser realizado ano sim, ano não, sempre em anos pares, alternando com a Festa do Morango. O local é o Parque Comendador Antonio Carbonari, mas conhecido como Parque da Uva.A primeira Festa do Morango foi realizada em 1965, no bairro do Poste. Depois com o crescimento da participação dos agricultores e do publico, o evento foi transferido para o Parque Comendador Antonio Carbonari, onde permanece até hoje. A festa acontece nos anos impares intercalando com a Festa da Uva.

 
 
 
 
 
 

 

Jundiaí Hoje


Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense, destacando-se principalmente pela força de seu trabalho, herança herdada dos primeiros colonos que aqui chegaram. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, ajudando a constituir uma das maiores colônias da raça em todo o Brasil.Na primeira metade do século XX, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, o que perdura até hoje, pois a cidade possui um dos maiores parques industriais da América Latina.

Jundiaí destaca-se, atualmente, no desenvolvimento das áreas cultural, educacional, tecnológica e ambiental. A indústria do lazer também está incrementando a economia da cidade, com a instalação de parques temáticos que atraem turistas e geram empregos.
O aniversário da cidade é comemorado em 14 de dezembro.

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

* Fonte IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

DADOS GERAIS:

Estado que Pertence: São Paulo
Data de Fundação: 
28 de março de 1865..
Gentílico:
jundiaiense
População:
352.432 (estimativa de 2006)
Área (em km²):
431,9
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 
807
Altitude (em metros):
761


DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS

Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 6.123.013.329,00 (2003)
Renda Per Capita*:
R$ 18.166,27 (2004)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):
0,857 (PNUD - 2004)
Principais Atividades Econômicas: 
indústria, comércio, tecnologia e serviços.
Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano):
11,19 por mil (em 2000*)

PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS

Paque da Cidade
- Horto Florestal
- Museu Ferroviário Barão de Mauá
- Serra do Japi 

GEOGRAFIA

Índice Pluviomético:1300 mm p/ano
Relevo:
planalto
Rios importantes:
rio Jundiaí
Clima:
temperado

 

* Fonte IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Dedetizadora em Campinas

admin setembro 8th, 2008

CAMPÍNAS

  

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Campinas e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Campinas e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

A Dedetizadora Campinas executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.   

 

 

 

 CAMPINAS

 

 

 

 

Estado que Pertence: São Paulo

Data de Fundação: 14 de julho de 1774..

Gentílico: campineiro

População: 1.059.420 (estimativa de 2006)

Área (em km²): 887

Densidade Demográfica (habitantes por km²): 1.331

Altitude (em metros):685

 

 

 

MATERIA EXTRAÍDA DO SITE DA PREFEITURA DE CAMPINAS

Conheça um pouco de Campinas

 

A área em que hoje se acha instalada a cidade de Campinas, conta com pouco mais de 260 anos de história colonial/imperial/republicana e com milhares de anos de história indígena.

Nos marcos de sua formação colonial, a cidade de Campinas surgiu na primeira metade do século XVIII como um bairro rural da Vila de Jundiaí. Localizado nas margens de uma trilha aberta por paulistas do Planalto de Piratininga entre 1721 e 1730 (trilha que seguia em direção às recém descobertas minas dos Goiases), o povoamento do “Bairro Rural do Mato Grosso” teve início com a instalação de um pouso de tropeiros nas proximidades da “Estrada dos Goiases”. O pouso das “Campinas do Mato Grosso” (erguido em meio a pequenos descampados ou “campinhos”, em uma região de mata fechada) impulsionou o desenvolvimento de várias atividades de abastecimento e promoveu uma maior concentração populacional, reunindo-se neste bairro rural em 1767, 185 pessoas.

No mesmo período (segunda metade do século XVIII), ganhava forma também uma outra dinâmica econômica, política e social na região, associada à chegada de fazendeiros procedentes de Itú, Porto Feliz, Taubaté, entre outras. Estes fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. No mesmo período (segunda metade do século XVIII), a cidade começava a experimentar um intenso percurso de “modernização” dos seus meios de transporte, de produção e de vida, permanecendo vivo até hoje na memória da cidade, aspectos diversos destas transformações.

Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a cidade “agrária” de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do “Plano Prestes Maia” (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de pólo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agro-indústrias e estabelecimentos diversos). Entre as décadas de 1930 e 1940, portanto, a cidade de Campinas passou a vivenciar um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (década de 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infra-estrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre as décadas de 1950 a 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. De maneira especial, entre as décadas de 1970/1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente duplicar de tamanho.

Na atualidade, Campinas ocupa uma área de 801 km² e conta com uma população aproximada em 1 milhão de habitantes, distribuída por quatro distritos (Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo, e Nova Aparecida) e centenas de bairros. Tal vigor econômico e social, trazido em especial pela ampliação de sua população trabalhadora, tem permitido à Campinas constituir-se como um dos pólos da região metropolitana de São Paulo, formada por 19 cidades e uma população estimada em 2,33 milhões de habitantes (6,31% da população do Estado).

 

 

Universidades

 

Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas
UNIDADE I


Rodovia D. Pedro I, km 136
Parque das Universidades
Fone: (19) 3343-7000
Site: www:puc-campinas.edu.br

Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas
UNIDADE II

Avenida: John Boyd Dunlop - s/n°
Jardim Ipaussurama
Fone: (19) 3343-8600
Site: www.puc-campinas.edu.br
Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas
Prédio Central

Rua:Marechal Deodoro, 1.099
Centro
Fone: (19) 3735-5900
Site:www.puc-campinas.edu.br
Universidade Estadual de Campinas - Unicamp
Cidade Universitária “Zeferino Vaz”
Distrito de Barão Geraldo
Fone: (19) 3521-2121
Site:www.unicamp.br

Universidade Paulista - Unip
UNIDADE I

Rua: Pedro Domingues Vi tale, 644
Parque Itália
Fone: (19) 3272-9444
Site:www.unip.br
Universidade Paulista - Unip
UNIDADE II

Avenida: Comendador Enzo Ferrari, 280
Swift
Fone: (19) 3776-4000
Site:www.unip.br
Universidade Paulista - Unip
UNIDADE III

Rua Capitão Francisco de Paula, 333
Cambuí
Fone: (19) 3251-6922
Site:www.unip.br
Universidade São Francisco – USF
Rua: Waldemar César da Silveira, 105
Vila Cura D’Ars
Fone: (19) 3779-3323 / (19) 3779-3326
Site: www.saofrancisco.edu.br

Faculdades

ESAMC
Rua: José Paulino, 1.345
Centro
Fone: (19) 3231-0614
Site:www.esamc.com.br
ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing
Rodovia: D. Pedro I, Km 131,5
Fone: (19) 3707-4416
Site:www.espm.br

Faculdade e Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic

Rua: José Rocha Junqueira, 13
Ponte Preta
Fone: (19) 3211-3600
Site:www.slmandic.com.br

Faculdade IBTA - Unidade Campinas

Rua: Egberto Ferreira de Arruda Camargo, 151
Colégio Notre Dame
Fone: (19) 2138-8305
Site:www.ibta.com.br

Faculdade Politécnica de Campinas - POLICAMP

Rua Luiz Otávio, 1281
Parque Santa Cândida
Fone: (19) 3756-2300 / 0800-772-6262
Site:www.policamp.edu.br
Faculdades Anhanguera Educacional – Faculdade Comunitária de Campinas
UNIDADE I

Rua José Rosolen, 171
Jardim Londres
Fone: (19) 3229-0841
Site:www.unianhanguera.edu.br
Faculdades Anhanguera Educacional – Faculdade Comunitária de Campinas
UNIDADE II

Rua: Pedro Gian Francisco, 301
Parque Via Norte
Fone: (19) 3245-1688
Site:www.unianhanguera.edu.br
Faculdades Anhanguera Educacional – Faculdade Comunitária de Campinas
UNIDADE III

Rua :Luiz Otávio, 1313
Taquaral
Fone: (19) 3512-3100
Site:www.unianhanguera.edu.br

Faculdades Anhanguera Educacional – Faculdade Comunitária de Campinas
UNIDADE IV

Avenida Emília Stefanelli Ceregatti, s/n.º
ardim Morumbi
Fone: (19) 3512-3300
Site:www.unianhanguera.edu.br
Faculdades de Campinas – FACAMP
Estrada Municipal Unicamp-Telebrás, Km 1, s/n
Cidade Universitária
Fone: (19) 3754-8500 / 0800-770-7872
Site:www.facamp.com.br
Faculdades Fleming
Rua: D. Maria Umbelina Couto, 58
Guanabara
Fone: (19) 2104-2000
Site:www.faculdadesfleming.com.br

Faculdades Integradas Metropolitanas de Campinas - Metrocamp
UNIDADE I

Avenida: Júlio de Mesquita, 840
Cambuí
Fone: (19) 2102-6777
Site:www.metrocamp.com.br
Faculdades Integradas Metropolitanas de Campinas – Metrocamp
UNIDADE II

Rua: Madre Maria Santa Margarida, s/n
Nova Campinas
Fone: (19) 3211-0770
Site:www.metrocamp.com.br

Faculdades Integradas Metropolitanas de Campinas - Metrocamp
UNIDADE III

R. Abolição, 1827
Swift
Fone: (19) 3237-3878
Site:www.metrocamp.com.br

Faculdades Integradas Metropolitanas de Campinas - Metrocamp
UNIDADE IV

Praça Dom Barreto, 42
Ponte Preta
Fone: (19) 3322-6000
Site:www.metrocamp.com.br

IESCAMP – Instituto de Educação e Escola Superior de Campinas
Avenidade: John Boyd Dunlop

Jardim Garcia
Fone: (19) 3227-6152
Site:www.iescamp.com.br

IPEP – Instituto Paulista de Estudo e Pesquisa

Rua: José de Alencar, 430 - Centro
Fone: (19) 3737-3270
Site:www.ipep.edu.br

Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
Campus Liceu

Rua: Baronesa Geraldo de Resende, 330
Jardim Nossa Senhora Auxiliadora
Fone: (19) 3744-6910

Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
Campus São José

Avenida: Almeida Garret, 267
Jardim Nossa Senhora Auxiliadora
Fone: (19) 3744-3100
Site:www.unisal.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dedetizadora Sumaré

admin setembro 5th, 2008

 

Dedetizadora Sumaré

 

 

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Sumaré e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Sumaré e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

A Dedetizadora Sampa Service executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

 

SUMARÉ

Extraído do site da Prefeitura de Sumaré

 

 

Em meados do século XVIII, surge nesta região a Vila de São Carlos das Campinas. Ao seu redor vão surgindo as sesmarias, grandes porções de terras incultas e devolutas que o governo imperial concedia a pessoas que gozavam de prestígio pelo império português no Brasil. Sumaré tem a sua origem vinculada as sesmarias. As mais antigas referências à região do Quilombo, há mais de 200 anos, são encontrados em documentos de doação das sesmarias.

 

Com o desmembramento das sesmarias, a região passa a ser formada por fazendas. Em suas culturas, destaque para o café. Com fazendas e povoado formados, no dia 26 de julho de 1868 foi construída uma capela dedicada à Nossa Senhora de Sant’Ana, marco da fundação de Sumaré.Em 1875, com a inauguração da estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, o povoado progrediu rapidamente. A Estação recebeu o nome de um dos maiores engenheiros brasileiros, Antonio

 

Pereira Rebouças Filho.Em 1920, em franco desenvolvimento, o povoado já contava com energia elétrica, posto policial, iluminação pública, cartório, escola, serviço telefônico, igreja matriz, subprefeitura e pronto socorro. O serviço de abastecimento de água foi inaugurado em 1934.

Sumaré, em seus primordios era conhecida como Quilombo. Com a passagem da estrada de ferro,

 

Quilombo passou a ser chamado Rebouças. A denominação Sumaré, nome de uma orquídea originária desta região, se deu em 1945, por meio de um plesbicito. A escolha do nome se deu em face que a legislação brasileira impedia dois povoados ter o mesmo nome. Na época, existia uma cidade, com nome de Rebouças, no Paraná. O nome da orquídea Sumaré foi escolhida dez anos antes da emancipação politico administrativa do município, que conquistaria a sua independência de Campinas no 1° de

janeiro de 1953. Sumaré é elevado à condição de Comarca no ano de 1964.A partir da década de 60, a população sumareense passou a registrar um crescimento vertiginoso. Na década de 70, o crescimento demográfico chegou a quase 400%. O crescimento populacional se deu, basicamente, pela grande oferta de terrenos, a preços acessíveis, e pelo desenvolvimento industrial. Sumaré passou a ser visto como uma terra de oportunidades, atraindo migrantes de todas as regiões do Brasil.

 

 


IMIGRANTES E MIGRANTES

 

 

A história de Sumaré se divide nitidamente em duas partes: até 1950 sua população era basicamente formada por imigrantes italianos e portugueses; depois de 1950, pela presença de migrantes de todos os estados do Brasil. Os imigrantes vieram quando o café chegou a Campinas na segunda metade do século XIX. A produção cafeeira avançava para o oeste paulista deixando para trás as terras cansadas e as antigas fazendas retalhadas em pequenos sítios, agora ocupadas pelos imigrantes. Eles compravam terras, praticavam a agricultura nas imediações de Sumaré ou abriram comércio na zona urbana. O vilarejo crescia ao redor da Estação de Rebouças, impulsionado pelo comércio, pela incipiente indústria Brasil e, de lá para cá, dezenas de outras indústrias seguiram o mesmo caminho, impulsionando o desenvolvimento do município. Em 1991, o distrito de Hortolândia conquistou a emancipação político-administrativa de Sumaré. Na agricultura, atualmente, o seu forte é a produção de tomate, que exporta para os países do Mercosul, e a cana-de-açúcar, sendo esta cultura, a que concentra a maior área de cultivo.de sabão, de tijolos, de bebidas e pela atividade extrativa da madeira. Em 1907 o povoado tinha perto de 300 habitantes, em 1912 pouco mais de 400, em 1940 o distrito tinha perto de 5.000 e em 1950 chegava a 6.000. Coincidido com a industrialização do Sudeste, as indústrias alcançaram Sumaré nos anos 50 e a partir de então o município vivenciou um crescimento vertiginoso a cada década. Em 1943 veio a 3M do

 

Dedetizadora Cajamar

admin setembro 4th, 2008

 

Dedetizadora Cajamar

  

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Cajamar e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Cajamar e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

A Dedetizadora Sampa Service executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

 

 

 

 

Conheça um pouco de Cajamar

Cajamar teve origem no desmembramento do Distrito de Santana de Parnaíba, com a denominação de Água Fria. Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei nº 14.344, passou a se chamar Cajamar. Sua elevação a Município deu-se pela Lei nº 5.285, de 18 de fevereiro de 1959, sendo instalado oficialmente em 1º de janeiro de 1960.
O município tem como Padroeiro São Sebastião, celebrado todo dia 20 de janeiro; e em 18 de fevereiro é comemorado o aniversário da cidade. O nome Cajamar tem origem indígena: “cai-a-mar” que quer dizer “Fruto colorido e manchado”, inspirado no fruto de araçazeiro, árvore abundante no município.
Seu território de 135 km² limita-se com os municípios de Jundiaí, Franco da Rocha, Caieiras, São Paulo, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus. O município tem fácil acesso pela via Anhanguera e pela Rodovia Bandeirantes. Com a implantação do Rodoanel, está conectado às principais vias do Estado.

Os habitantes estão distribuídos entre os Distritos de Jordanésia e Polvilho, nos centros e zonas rurais. Localizada a uma distância de 30 quilômetros da capital - marco 0, praça da Sé -, Cajamar possui inúmeras indústrias em seu território. A população, em sua maior parte, dedica-se às atividades industriais, sua principal fonte de renda.

 

 

 

DADOS NUMÉRICOS


 

Área: 135 Km².

População: 56.006 habitantes.

Taxa de urbanização: 94,73%

Densidade demográfica: 386 hab./km².

Características Populacionais/Censo 2000
População Total do Município: 50.761 habitantes
Homens: 25.586 hab. (50,40%)
Mulheres: 25.175 hab. (49,60%)
População urbana: 48.084 hab.
População rural: 2.677 hab.
Residentes – com 10 anos ou mais idade: 40.312 hab.
Residentes – com 10 anos ou mais idade - alfabetizada: 37.112 hab. (92,06%)
Domicílios particulares permanentes/2000: 13.743 domicílios
 

Localização:
latitude Sul - 23 graus 21´25″
longitude - W graus 52´40″.

Limites: Jundiaí, Franco da Rocha, São Paulo,
Santana de Parnaíba, Caieiras e Pirapora do Bom Jesus.

Altitude: Ponto mais alto é de 920 metros em
relação ao nível do mar. A média é 720 m.

Clima: Temperado.

Acidentes geográficos: Morro do Rosário,
Morro da Coruja, Morro do Matheus e Princípio Serra do Japi.

Vias de acesso: Via Anhanguera e Bandeirantes.

Recursos naturais:

Hídricos - Rio Juqueri, Ribeirão Juqueri-Mirim,
Ribeirão da Lavras e Córrego do Tanquinho.
Solo - Lactosol Vermelho/Amarelo - Orto L V
Sub solo - Calcário calcítico
Vegetação - Mata ciliar, silvicultura (eucaliptus ssp)

Vocação econômica:
Extração: madeira e pedra.
Indústria: alimentos, metalurgia, cosméticos e química.
Mineração: calcário

* Fonte: EMPLASA - Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo.

 

Dedetizadora Caieiras

admin setembro 3rd, 2008

 

Dedetizadora Caieiras

 

 

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Caieiras e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Campinas e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

A Dedetizadora Sampa Service executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

 

 

 

 

 

 

Extraído do site da Prefeitura de Caieiras

 

        A história de Caieiras surgiu no século XIX quando o Cel. Antônio Proost Rodovalho, comprou uma fazenda ao longo do Rio Juqueri-Guaçu, nas proximidades de onde formou-se a cidade de Caieiras. A existência em abundância de um importante mineral próprio para a fabricação da cal. O Coronel Proost Rodovalho que era conhecido por seu empreendedorismo no comércio, agricultura e nas instituições financeiras, por volta de 1877 mandou construir dois fornos, passou a produzir a Cal e transporta-la em lombos de mulas até a estação ferroviária de Perus - Ferrovia The São Paulo Railway Company Limited, conhecida na época apenas por “Inglesa”.
ORIGEM DO NOME CAIEIRAS
       Os fornos de cal foram inspiração para a denominação - Caieiras e surgiu em 1883, com a implantação da Estação Ferroviária da cidade. Era costume utilizar as características do lugar onde a ferrovia seria implantada para sua denominação.

CHEGADA DA ÁGUA

       Outro importante feito do Coronel foi a fundação da Companhia Cantareira de Esgotos, através de uma parceria com financistas da Capital, que facilitou a chegada de água.

PRIMEIROS MORADORES

       Aos poucos o local foi se tornando habitável. Os primeiros moradores da cidade foram 180 trabalhadores italianos, que formaram o primeiro núcleo habitacional planejado para trabalhadores livres do Brasil.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAIEIRAS

        A pedido do Coronel Proost Rodovalho a Inglesa implantou a Estação Ferroviária denominada Caieiras, em 19 de julho de 1883. . Esta ferrovia, também conhecida como “inglesa”, trouxe consigo o desenvolvimento da região.

FABRICAÇÃO DE PAPEL

        A partir de abril de 1890, teve início em Caieiras a fabricação de papel. Na ocasião o presidente da Província - cargo compatível ao de governador, Prudente de Morais, além de outros políticos e empresários.

DESTAQUE NO JORNAL

        O evento foi documentado na primeira página do Jornal O Estado de São Paulo na edição de 20 de abril de 1890.

MELHORAMENTOS

        Em 1890 um grupo de empreendedores e progressistas brasileiros fundam a Companhia Melhoramentos de São Paulo - Industria de Papéis.

        Em 1890, Rodovalho e sua esposa, Etelvina Dutra Rodrigues Rodovalho, adquirem a Cia. Melhoramentos de São Paulo, intensificando ainda mais a produção de papel. Foram realizadas grandes plantações de pinheiros e eucaliptos na região para a utilização da companhia, que posteriormente, inspiraram a denominação “Cidade dos Pinheirais”.

NÚCELO DE TRABALHADORES

        Os trabalhadores que anteriormente se dedicavam à agricultura foram fixados em 180 residências construídas na Melhoramentos. Assim, formou-se o primeiro núcleo habitacional planejado para trabalhadores livres do Brasil.

        Em 1890, Rodovalho e sua esposa, Etelvina Dutra Rodrigues Rodovalho, adquirem a Cia. Melhoramentos de São Paulo, intensificando ainda mais a produção de papel. Foram realizadas grandes plantações de pinheiros e eucaliptos na região para a utilização da companhia, que posteriormente, inspiraram a denominação “Cidade dos Pinheirais”.

POLÍTICA

        A vida política começou a tomar forma em 1953, quando os moradores da região passaram a organizar a Comissão Pró-Emancipação de Caieiras, cujo objetivo era criar o Município de Caieiras. Assim, foi enviado à Assembléia Legislativa uma solicitação para a realização de um plebiscito que decidiria sobre a criação do município.

        Depois da realização do plebiscito cuja escolha da população foi pela emancipação, em 14 de Dezembro de 1958 surge oficialmente o município de Caieiras.

        Caieiras é uma cidade em constante crescimento, destaca-se pelas indústrias plásticas e papeleiras. Com aproximadamente cem mil habitantes possui um dos melhores índices de qualidade de vida do Estado de São Paulo.

 

 

Dedetizadora Louveira

admin setembro 2nd, 2008

Dedetizadora Louveira

  

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Louveira e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Louveira e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

 

A Dedetizadora Louveira executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

Matéria abaixo extraído do site da Prefeitura de Louveira

 

Origem Ática da População

 

     A população Louveirense é de origem Italiana, seus costumes são típicos da Itália. A realização de festas (Abadia), brincadeira de gerações passadas, acostumados com a vida simples da roça, ainda observamos plantações de uva e outras frutas, as reuniões de domingo com toda a família, a tipicidade de jogos de carta, bocha e comemorações ao final da colheita.
     As tipicidades deste povo cujas tradições e seu meio simples de vida, algumas são preservadas como a fabricação de vinhos, doces caseiros, mel, compotas, pratos tipicos como polenta, variações de carnes e massas, a confecção de artesanatos como os primordiais bisquis, gardanapos, crochês e rendas.

 

A Origem do Nome

 

     Segundo os historiadores a origem do nome do município está ligada ao primeiro povoador. Gaspar de Louveira, natural de Lagroña, Espanha (veja no mapa ao lado). Pesquisas recentes nos arquivos oficiais e em terras da Espanha não confirmam a existência desta grafia ou semelhante.
     O Dr. Hermes Moreira de Souza fez publicar em “O Estado de São Paulo, de 17-9-72, 903 - Suplemento Agrícolas, pág 7, Secção Paisagismo, um seu trabalho, onde se lê:

 

     ” A louveira (Cyclolobium vecchi) atualmente é uma árvore praticamente extinta. Localizada inicialmente nas márgens do rio Mogi Guaçu em Conchal, sua identificação tornou-se possivel pelos esforços de Otávio Vecchi. Acredita-se que o Município de Louveira deva seu nome a essa árvore. Pertence ao grupo das cabriutingas e sua sobrevivência somente pode ser garantida se cultivada como ornamental”.”A cabriutinga, palavra de origem indígina (cabriuva branca) é diferente da cabriuva, embora também pertença à família das leguminosas e particularmente à das papilionáceas. Pertence a um gênero muito distinto - Cyclobium, palavra de origem grega com o significado de “lobo” ou “lobulo arredondado”. ” A espécie Cyclolobium clausseuni é nativa de São Paulo e Minas Gerais. São conhecidas outras espécies de cabriutingas como Cyclolobium brasiliense, C. amazonicum, C.blanchetianum, todas elas não cultivadas em São Paulo. Para o Cyclolobium vecchi há o sinônimo Cyclolobium louveira, aparentemente não válida, mas que reforça a ideia exposta de torná-la a árvore representativa daquele Município, ao qual lhe empresta o nome”.
     Com esse objetivo a família Souza Tavarez, após entrar em contato com o Dr. Hermes Moreira Souza, conseguiu em fins de 1972 visitar o Horto Florestal de Mogi Mirim, onde obtive 2 mudas de Cyclolobium Vecchi, com 3 cm de altura, as quais foram por ela cuidadas, sendo que uma encontra-se plantada no Sítio Solar de São Dimas e a oferecida ao Prefeito MUNICIPAL DE LOUVEIRA que a fez plantar em ato solene no dia da inauguração da escola do Bairro do Leitão, no seu pátio. Aquela família providenciou novas mudar com sementes próprias e as distribuiu à Casa de Lavoura, as CS III de Louveira, entre outros.

 

Economize Água

admin setembro 1st, 2008

Matéria extraída do site da SABESP

 Economia em casa

 De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia.

Gastar mais de 120 litros de água por dia é jogar dinheiro fora e desperdiçar nossos recursos naturais. Veja algumas dicas de como economizar água  e dinheiro - sem prejudicar a saúde e a limpeza da casa e a higiene das pessoas.

No banheiro

Banho de 15 minutos? Olha o Nível!
O banho deve ser rápido. Cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. A economia é ainda maior se ao se ensaboar fecha-se o registro. A água que cai do chuveiro também pode ser reaproveitada para lavar a roupa ou qualquer outra atividade da casa. Para isso, deve-se colocar um balde ou bacia embaixo para armazenar aquela água.

Hora do banho
Banho de ducha por 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Se fechamos o registro, ao se ensaboar, e reduzimos o tempo para 5 minutos, o consumo cai para 45 litros.

No caso de banho com chuveiro elétrico, também em 15 minutos com o registro meio aberto, são gastos 45 litros na residência. Com os mesmos cuidados que com a ducha, o consumo cai para 15 litros.

Ao escovar os dentes
Se uma pessoa escova os dentes em cinco minutos com a torneira não muito aberta, gasta 12 litros de água. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11,5 litros de água.

Lavar o rosto
Ao lavar o rosto em um minuto, com a torneira meio aberta, uma pessoa gasta 2,5 litros de água. A dica é não demorar.
O mesmo vale para o barbear. Em 5 minutos gastam-se 12 litros de água. Com economia o consumo cai para 2 a 3 litros.

Descarga e vaso sanitário
Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa, pois ela gasta muita água. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias de 6 litros por acionamento (fabricadas a partir de 2001) necessitam um tempo de
acionamento 50% menor para efetuas a limpeza, neste caso pode-se chegar a volumes de 6 litros por descarga.  Quando a válvula está defeituosa, pode chegar a gastar até 30 litros. Mantenha a válvula da descarga sempre regulada e conserte os vazamentos assim que eles forem notados.
Lugar de lixo é no lixo. Jogando no vaso sanitário você pode entupir o encanamento. E o pior é que o lixo pode voltar pra sua casa.

Na cozinha

Ao lavar a louça, primeiro limpe os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só aí, abra a torneira para molhá-los. Ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira novamente para novo enxágüe. Só ligue a máquina de lavar louça quando ela estiver cheia.

Numa casa, lavando louça com a torneira meio aberta em 15 minutos, são utilizados 117 litros de água. Com economia o consumo pode chegar a 20 litros.
Uma lavadora de louças com capacidade para 44 utensílios e 40 talheres gasta 40 litros. O ideal é utilizá-la somente quando estiver cheia.

Na higienização de frutas e verduras utilize cloro ou água sanitária de uso geral (uma colher de sopa para um litro de água, por 15 minutos). Depois, coloque duas colheres de sopa de vinagre em um litro de água e deixe por mais 10 minutos, economizando o máximo de água possível.

Você sabia que ao se utilizar um copo de água, são necessários pelo menos outros 2 copos de água potável  para lavá-lo. Por isso, combata o desperdício em qualquer circunstância.

Área de serviço

Junte bastante roupa suja antes de ligar a máquina ou usar o tanque. Não lave uma peça por vez.
Caso use lavadora de roupa, procure utilizá-la cheia e ligá-la no máximo três vezes por semana.

Se na sua casa as roupas são lavadas no tanque, deixe as roupas de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Use água nova apenas no enxágüe. E aproveite esta última água para lavar o quintal ou a área de serviço.

Ao lavar a roupa, aproveite a água do tanque ou máquina de lavar e lave o quintal ou a calçada, pois a água já tem sabão.

Lavar roupa
No tanque, com a torneira aberta por 15 minutos, o gasto de água pode chegar a 279 litros. O melhor é deixar acumular roupa, colocar a água no tanque para ensaboar e manter a torneira fechada. E que tal aproveitar a água do enxágüe para lavar o quintal?
A lavadora de roupas com capacidade de 5 quilos gasta 135 litros. O ideal é usá-la somente com a capacidade total.

Jardim e piscina

Use um regador para molhar as plantas ao invés de utilizar a mangueira.
Ao molhar as plantas durante 10 minutos o consumo de água pode chegar a 186 litros. Para economizar, a rega durante o verão deve ser feita de manhãzinha ou à noite, o que reduz a perda por evaporação. No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã. Mangueira com esguicho-revólver também ajuda. Assim, pode-se chegar a uma economia de 96 litros por dia!

Se você tem uma piscina de tamanho m&ea cute;dio exposto ao sol e à ação do vento, você perde aproximadamente 3.785 litros de água por mês por evaporação, o suficiente para suprir as necessidades de água potável (para beber) de uma família de 4 pessoas por cerca de um ano e meio aproximadamente, considerando o consumo médio de 2 litros / habitante / dia. Com uma cobertura (encerado, material plástico), a perda é reduzida em 90%.

Calçada e carro

Adote o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada e o pátio da sua casa.
Lavar calçada com a mangueira é um hábito comum e que traz grandes prejuízos. Em 15 minutos são perdidos 279 litros de água.Se houver uma sujeira localizada, use a técnica do pano umedecido com água de enxágüe da roupa ou da louça.
Use um balde e um pano para lavar o carro ao invés de uma mangueira. Se possível, não o lave durante a estiagem (época do ano em que chove menos).

Muita gente gasta até 30 minutos ao lavar o carro. Com uma mangueira não muito aberta, gastam-se 216 litros de água. Com meia volta de abertura, o desperdício alcança 560 litros. Para reduzir, basta lavar o carro somente uma vez por mês com balde. Nesse caso, o consumo é de apenas 40 litros
 
 

 

Dedetizadora Franco da Rocha

admin setembro 1st, 2008

Dedetizadora Franco da Rocha

 

 

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Franco da Rocha e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Franco da Rocha e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

 

A Dedetizadora Franco da Rocha executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

 

Matéria abaixo extraído do site da Prefeitura de Franco da Rocha

 

Franco da Rocha

Histórico

   Até o século XIX, Franco da Rocha era um lugarejo que servia de caminho dos Bandeirantes que seguiam em direção a Minas Gerais. Nesse período, a cidade, chamada de Juqueri (vinda de uma planta encontrada facilmente no local) constituía-se em sua maior parte de terras por fazendas.

 

   Foi a partir das intervenções da São Paulo Railway, responsável pela construção de várias Estações Ferroviárias, dentre-as a Estação Franco da Rocha - Juqueri, inaugurada em 1º de fevereiro de 1888, que a região começou a se desenvolver. Em 1886, Filoteo Beneducci chegou na cidade com o firme propósito de descobrir Ouro em grande escala. Em um lugar que na época era conhecido como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia.

   Entretanto, não existia a quantidade suficiente do minério que justificasse um grande investimento e Beneducci resolveu dedicar-se simplesmente à extração de pedras, enviadas a São Paulo pela Estrada de Ferro, tornando-se a partir daí a primeira atividade industrial local.

 

   O fato mais importante na história do município, certamente, foi a instalação do Hospital Psiquiátrico, que contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento da cidade. Isso ocorreu porque os locais que atendiam os Doentes Mentais de São Paulo (Hospitais de Alienados, na capital e em Sorocaba, e a Chácara Ladeira do Tabatinhguera) não comportavam mais o número de pacientes, que aumentava a cada dia.

   Com o objetivo de aliviar essa superlotação, em 1895 começou a ser construída, com projeto do arquiteto Ramos de Azevedo, a Colônia Agrícola Juqueri. Em uma área de 150 hectares foram iniciadas as Obras para a construção da Colônia Agrícola do Juqueri. Foi então que o médico Francisco Franco da Rocha, a serviço do Governo do Estado, foi designado para administrar o mais novo e famoso Hospital Psiquiátrico do Brasil. Inaugurado com capacidade inicial de 800 leitos, o Hospital ocupava um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juqueri.

 

   Posteriormente, contudo, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital e , no ano de 1916, o Governo do Estado adquiriu as terras da 4ª Colônia que tinham pertencido a Beneducci e a Ângelo Sestini e as linhas e máquinas para abrigar uma Usina Elétrica do Hospital, que durante alguns anos forneceu energia para a estação e para todo o povoado. A usina forneceu Luz a Estação do Juqueri até 1939.

 

Foi em 1908 iniciou-se a construção da Igreja Matriz em louvor a Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município. Franco da Rocha foi elevado a distrito do município de Mairiporã, em 21 de setembro de 1934, e em 30 de novembro de 1944, Franco da Rocha tornou-se município autônomo.

Quem foi Franco da Rocha?

Em 1864 nasceu Francisco Franco da Rocha, na cidade Amparo. Filho do médico Joaquim Franco da Rocha e da dona de casa Maria Isabel Galvão Bueno Franco da Rocha, o médico que posteriormente deu origem ao nome da cidade, estudou o primário e o ginásio em São Paulo. A faculdade de Medicina foi cursada no Rio de Janeiro assim como a residência médica na Casa Eiras, considerada até então o melhor Centro Psiquiátrico do país.

Em 1893, já conhecido, foi admitido no Hospital de Alienados da capital paulista. Como o local não comportava adequadamente o número de pacientes e nem oferecia assistência médica de qualidade, Dr. Franco da Rocha começou aspirar por um grande Hospital, em uma área que fosse possível um melhor tratamento aos Doentes Mentais do Estado.

Foi então a partir das idéias e metas do médico que a cidade passou ser um Centro de Referência da Psiquiatria mundial. De acordo com a publicação Resumo da História de Assistência a Psicopatas no Estado de São Paulo, do médico Mário Yahn. Dr. Franco da Rocha lutou contra problemas sérios como falta de água, iluminação, falta de verbas para a contratação de pessoal competente e tantos outros, porém não se entregou. Pelo contrário, preocupou-se ainda mais como o Aspecto Médico-Assistencial dos internos, atendendo pessoalmente a maioria dos doentes. Por isso, até hoje Franco é conhecida como cidade da Ciência e Ternura.

Ainda segundo a publicação, a presença do Dr. Franco da Rocha para a construção e direção do Hospital não significou apenas uma substituição administrativa, mas sim o alvorecer de um sistema de assistência moderna, uma visão social avançada e a própria Psicanálise, cuja a Psicopatologia teve sua devida importância e tornou-se uma lei básica do mais recente modo de compreensão das Concepções Psiquiátricas.

Já idoso e doente e após dirigir o Hospital Juqueri por cerca de 30 anos, Dr. Franco da Rocha, que também pertenceu à Academia Brasileira de Letras, aposentou-se da vida pública em 1923. No entanto, devido ao grande bem que fez pela Psiquiatria Mundial e pelo avanço e progresso da cidade, seu nome ficará parta sempre marcado, de alguma forma, no coração da comunidade local.

Dedetizadora Campo Limpo Pta.

admin setembro 1st, 2008

Dedetizadora Campo Limpo Paulista

 

A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Campo Limpo Paulista e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Campo Limpo Paulista e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.

 

A Dedetizadora Sampa Service executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.

 

O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.

O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.

 

Técnicas de Aplicação de uma Dedetização

Pulverização:

A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.

 

Aplicação em Gel:

Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.

Matéria abaixo extraído do site da Prefeitura de Campo Limpo

 

A Emancipação - O longo caminho

“Meus senhores, minhas senhoras. Vamos iniciar a sessão de instalação do Município de Campo Limpo”.
Com estas palavras, pronunciadas no dia 21 de março de 1965 pelo Dr. Duílio Nogueira de Sá, juiz de Direito e Eleitoral da Comarca, na sede do Nacional A. C., se encerrava o longo caminho, iniciado há 350 anos.
O antigo distrito de Jundiaí tornava-se oficialmente o Município paulista de Campo Limpo, e seus moradores “campo-limpenses”. No início chegaram a ser chamados de campistas, mas não pegou.
 
 
 
 

 

Do longínquo 1615, ano em que a tradição popular indica como a data em que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, procurados pela justiça, refugiaram-se na área onde está situada a cidade de Jundiaí, como afirma o historiador Pedro E.Valim, em seu “Álbum dos Municípios de São Paulo”:  “…embrenharam-se pelo sertão, e assentaram vivenda onde hoje está a povoação”, passaram-se exatamente 350 anos, o tempo necessário afim de que Campo Limpo, de bairro pertencente a Jundiaí, onde no século XIX, havia o entroncamento de duas estradas de ferro, a SPR e a E. F. Bragantina, que escoavam para o porto de Santos a produção cafeeira da região, se transformasse na dinâmica cidade que hoje conhecemos.
Querendo dar um quadro cronológico das diferentes etapas dessa caminhada para a sua emancipação, poderíamos datar o seu início por volta de 1850, quando o Governo Imperial, e a administração provincial, no intuito de modernizar o País com a instalação de uma rede de estradas de ferro, resolveu dar uma garantia de juros, com pagamento em ouro, aos empreendedores desse, pela época, moderno, meio de locomoção.Foi com esta medida, que garantia o apoio governamental, que Irineu Evangelista de Souza, mais tarde nomeado Barão de Mauá, se propôs a construir a primeira ferrovia da Província de São Paulo.
Assim, em 1867, a SPR (S.Paulo Railway), depois de ter assentado seus trilhos partindo de Santos para São Paulo, após ter vencido o desafio do desnível da Serra do Mar, alcançava a cidade de Jundiaí.
Para Campo Limpo, este fato representou apenas o começo. A segunda etapa, que seria a definitiva para o crescimento da cidade, se deu 17 anos depois, em 1884, quando foi inaugurada a E. F. Bragantina, que partindo da cidade de Bragança, tinha seu terminal na “Parada Campo Limpo”.
Em Bragança o acontecimento foi festejado durante três dias, durante os quais foram devidamente lembrados e homenageados os dois engenheiros que dirigiram os trabalhos: Martiniano Brandão e Matheus Hausler.
Para Campo Limpo, se o caminho percorrido até aquele momento tinha sido lento e vagaroso, agora o passo procedia com rapidez. Os poucos moradores daquele tempo perceberam que o bairro distante e abandonado de Jundiaí começava a pisar em terreno firme e sólido. Podia-se deslumbrar um futuro.
Com as sucessivas crises que a produção cafeeira teve que atravessar, principalmente na primeira metade do século XX, Campo Limpo, para sair do atoleiro da estagnação de uma agricultura decadente, baseada na monocultura, procurou encontrar novos espaços no cenário industrial e tecnológico do País, que a partir dos anos 50 teve um grande impulso, estimulado pela política do governo da época.
A instalação de grupos industriais, sólidos e tradicionais, com a conseqüente criação de novas oportunidades de trabalho, geradoras de renda com o aparecimento de atividades comerciais paralelas, produziu uma corrente de desenvolvimento que não podia mais ser detida.

Campo Limpo Paulista foi alçada à categoria de distrito do município de Jundiaí em 20 de dezembro de 1953, pela lei municipal no 2.456. Tornou-se município independente em 28 de fevereiro de 1964, pela lei estadual no. 8.092. Mas o então distrito conquistou sua independência após o movimento de emancipação, liderado pelo primeiro  prefeito Adherbal da Costa Moreira.
O plebiscito que aprovou a emancipação ocorreu em 1o de dezembro de 1963, e o primeiro prefeito tomou posse em 21 de março de 1965, data oficial da fundação do município.
A emancipação teve origem no descontentamento dos moradores com a administração central de Jundiaí, que não atendia convenientemente o distrito. O movimento ganhou força com a vinda da indústria metalúrgica Krupp, inaugurada em 1961 com as presenças do governador Carvalho Pinto e do presidente Jânio Quadros. A indústria foi o componente econômico que faltava para o processo inevitável da emancipação político-administrativa.
Campo Limpo se formou às margens das ferrovias S.P.R., a Companhia Inglesa depois Santos a Jundiaí, e a E. F. Bragantina, sediando o entroncamento das mesmas.
Inicialmente abrigou ferroviários e pequenos agricultores. A agricultura era voltada para hortifrutigranjeiros e extrativismo vegetal. Havia também várias granjas, olarias, duas vinícolas e a fábrica de adubos Manah.
A origem do nome Campo Limpo é geográfica, pois os primeiros moradores vislumbraram um imenso campo limpo no local. Através da Lei Estadual nº 9842, de 19/09/67, foi alterada a denominação da cidade para Campo Limpo Paulista, de maneira a não confundir com o bairro do mesmo nome, na capital.
A comissão executiva do movimento de emancipação teve como presidente Adherbal da Costa Moreira e como presidente de honra o General Aldévio Barbosa de Lemos. A primeira legislatura teve como prefeito Adherbal da Costa Moreira e vice Joaquim Tavares da Silva.