Dedetizadora Jundiaí
admin setembro 8th, 2008
Dedetizadora Jundiaí
A Dedetizadora Sampa Service é uma empresa com mais de 10 anos de atuação em dedetização na cidade de Jundiaí e região. Atuamos com modernos equipamentos, produtos regulamentados pelos órgãos governamentais e mão de obra altamente especializada, para levarmos aos nossos clientes de Jundiaí e região serviços de desinsetização com alta qualidade e eficiência.
A Dedetizadora Campinas executa os serviços de dedetizar; ratos, baratas, cupins, formigas e insetos em geral em; residência, comércio e indústria.
O Objetivo de uma dedetização é combater os insetos rasteiros e aracnídeos, que com o crescimento populacional desordenado passaram a habitar em diferentes locais, trazendo incômodos e tornando esses locais propícios para a transmissão de doenças ao homem.
O serviço de dedetização é um serviço eficaz, impedindo a proliferação de insetos e consequentemente à transmissão de doenças, propiciando a tranqüilidade e um ambiente mais saudável longe das pragas.
Técnicas de Aplicação de uma Dedetização
Pulverização:
A Dedetizadora Sampa Service preocupada com o meio ambiente e a saúde das pessoas, através de uma inspeção detalhada, para identificação da praga manifestada busca eliminar os focos das pragas com o mínimo de aplicação de produtos químicos utilizando moléculas especificas que se dispersam facilmente.
Aplicação em Gel:
Este procedimento é realizado para controle de barata germânica ou formiga, as aplicações são utilizadas em áreas de manipulação de alimentos, onde o uso de produtos em líquidos é dispensado impedindo a contaminação dos alimentos. Podem ser utilizados em qualquer segmento que ocorre a manifestação de pragas.
Conheça um pouco da cidade de Jundiaí
Extraído do site: Prefeitura Municipal de Jundiaí
História
A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas, sendo que alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo, e outros eram sedentários, de origem tupi-guarani, que se dedicavam à produção de milho e mandioca.Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizavam-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Em cada uma delas, moravam várias famílias aparentadas entre si. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.
- Origem do nome
O nome Jundiaí é um vocábulo de origem tupi e vem da palavra “jundiá”, que significa “bagre” e “y” significa “rio”. Alguns estudiosos também consideram o termo “yundiaí” como “alagadiços de muita folhagem e galhos secos”.
O Jundiá – Peixe que deu origem ao nome da Cidade
- Primórdios
A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas, sendo que alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo, e outros eram sedentários, de origem tupi-guarani, que se dedicavam à produção de milho e mandioca.
Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizavam-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Em cada uma delas, moravam várias famílias aparentadas entre si. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.
Século XVII
Os primeiros colonizadores brancos chegaram à região em 1.615, seguindo o processo de interiorização. Apesar das controvérsias dos historiadores, a versão mais aceita sobre a fundação do município remete à vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes que, por motivações políticas, fugiram de São Paulo e refugiaram-se nos arredores, fundando a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, que foi elevada à categoria de Vila em 14 de Dezembro de 1.655. Os novos colonizadores afugentaram os grupos indígenas, que se embrenharam na mata. A origem de Jundiaí está ligada diretamente ao movimento bandeirante, principal responsável pela ocupação da antiga Capitania de São Vicente.
Século XVIII
Ao longo dos séculos XVII, XVIII e início do XIX, a economia da cidade se limitou a pequenas lavouras de subsistência, que abasteciam moradores da vila, tropeiros e bandeirantes. Na época, a região era formada por várias sesmarias pertencentes à Capitania de São Vicente, conhecida como “Portão do Sertão”, início do caminho de muitas entradas e bandeiras. Durante longo período, a escravidão indígena foi a base da mão-de-obra local, embora essa prática fosse proibida por lei.A cidade possuía, naquela época, quatro ruas centrais, paralelas, chamadas então de Rua Direita (atualmente Barão de Jundiaí), Rua do Meio (Rua do Rosário), Rua Nova (Senador Fonseca) e Rua Boa Vista (Zacarias de Góes). As melhores casas eram de taipa e terra, enquanto os moradores mais humildes usavam o pau a pique, cobertas por sapé. A insurgente localidade possuía a Capela de Nossa Senhora do Rosário (hoje no local está o Gabinete de Leitura Rui Barbosa), o Hospício dos Beneditos e o Mosteiro de São Bento, um dos poucos monumentos sobreviventes. Naquela época, o abastecimento de água era feito rudimentarmente por meio de bicas públicas e a iluminação provinha de candeeiros de querosone, que eram suspensos nas paredes, acesos no final da tarde e apagados ao raiar do sol.
Século XIX
Século XX
A Chegada dos Imigrantes Italianos no Bairro da Colônia
Onde hoje é o atual espaço da Festa della Colonia Italiana, guarda-se a história de um dos períodos mais importantes da imigração italiana em Jundiaí (SP), como parte da memória ainda viva na lembranças dos descendentes e registrada em livros e documentos de grande valor histórico.
Núcleo Colonial Barão de Jundiaí
“Fazendinha”
Núcleo foi implantado numa área de 221 alqueires, denominada “Fazendinha”. As estradas foram executadas seguindo as curvas de nível do terreno e na parte central urbana foram destinadas áreas para Praça, Igreja, Escola, além da área municipal.O imigrante destinado ao Núcleo Colonial não passava pela Hospedagem do Imigrante na capital, e contava com passagem livre nas ferrovias e com abrigo no núcleo escolhido.
A Árvore Lendária
“A Figueira”, árvore que existiu na região central da Colônia onde hoje se localizam as cantinas, foi considerada o maior símbolo deste núcleo colonial, e tornou-se lendária ao cumprir, nos primeiros tempos, a função de “alojamento” dos imigrantes. Segundo depoimentos, as famílias permaneciam sob a figueira protegidas por panos, lençóis e barracas, enquanto esperavam a liberação de seus lotes. Citada em versos, livros, história e estórias, “a Figueira” permanece na memória da cidade, remetendo aos primeiros tempos dos imigrantes, ao seu contato com as terras novas, depois de uma viagem dura, carregada de emoções e de fatos dramáticos.
Dificuldades
A vida do imigrante italiano que se fixou no Núcleo de Jundiaí foi difícil. A maioria deles veio da Itália com passagens subsidiadas pelo governo brasileiro e trazia, além da roupa do corpo, os seus poucos bens.Apesar de todas as dificuldades e com falta de dinheiro, os imigrantes conseguiram, às custas do trabalho em família, realizar benfeitorias nas terras próprias por meios das atividades agrícolas, como o cultivo de uva e cereais.
Companhia Paulista
Através da sua economia, o Núcleo Colonial Barão de Jundiaí relacionou-se intensamente com a cidade, ampliando seus contatos comerciais com a capital. Teve ainda disponibilidade de mão-de-obra considerável que, constantemente, era absorvida pelas ferrovias e indústrias de Jundiaí, como por exemplo a Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
A Ferrovia
Transportes Metropolitanos e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
As Grandes Festas
Jundiaí Hoje
Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense, destacando-se principalmente pela força de seu trabalho, herança herdada dos primeiros colonos que aqui chegaram. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, ajudando a constituir uma das maiores colônias da raça em todo o Brasil.Na primeira metade do século XX, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, o que perdura até hoje, pois a cidade possui um dos maiores parques industriais da América Latina.
O aniversário da cidade é comemorado em 14 de dezembro.
* Fonte IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
DADOS GERAIS:
Estado que Pertence: São Paulo
Data de Fundação: 28 de março de 1865..
Gentílico: jundiaiense
População: 352.432 (estimativa de 2006)
Área (em km²):431,9
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 807
Altitude (em metros):761
DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 6.123.013.329,00 (2003)
Renda Per Capita*:R$ 18.166,27 (2004)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,857 (PNUD - 2004)
Principais Atividades Econômicas: indústria, comércio, tecnologia e serviços.
Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano): 11,19 por mil (em 2000*)
PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS
- Paque da Cidade
- Horto Florestal
- Museu Ferroviário Barão de Mauá
- Serra do Japi
GEOGRAFIA
Índice Pluviomético:1300 mm p/ano
Relevo: planalto
Rios importantes: rio Jundiaí
Clima: temperado
* Fonte IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
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